
As pessoas já dizem suspirando que passaram cinco anos, algumas porém, foram concretizar o acumulo desse tempo de aprendizado na prática...; alguns com mais chances do que os outros e mais esperança que talvez tivessem feito a escolha certa.
Ser arquiteto é a titulação, mas a consagração pela realização é incerta, às vezes envolta em frustrações, de estágios cheios de aulas, noites mal dormidas e estresse. Logo parece, que a única satisfação é abandonar tal estágio e encarar o emprego dessa carga.
Atrás ficaram outros tantos de tantas turmas que compartilharam das mesmas experiências desse mundo acadêmico e "criativo"; por que não. Das primeiras turmas, pro presente, muitos correram para a linha de chegada, alguns, entretanto terão nesse tempo olhado pros gramados da Unesp de Presidente Prudente esperando de que em algum canto prospere algo além da titulação, o encontro com o mundo criativo e de realizações pessoais.
Quem sabe daqui a algumas décadas esses jovens retornem de outras estadias e viagens, e olhem os espaços do campus para ver que ali as frustrações e os sonhos que ficaram impregnados na lembrança puderam construir para outros tantos um mundo possível, sem pretensões revolucionárias, mas apenas na vontade de que as coisas pudessem ser melhores, pra quem quer que seja. Assembléias, semanas de curso, intervalos, caminhos e percursos entre arvores, com o sol de rachar. Tudo isso ao passar fica e se transforma em cada um de nós, e nessa contenda, talvez esteja o ponto de fuga para um curso de arquitetura, além da acepção de dicionário ou das revistas especializadas, de qualquer FAU da vida, somos agora o que somos, com CA, sem RU, com coordenação ou descoordenados em nós mesmos, parabéns e nada mais!
Ser arquiteto é a titulação, mas a consagração pela realização é incerta, às vezes envolta em frustrações, de estágios cheios de aulas, noites mal dormidas e estresse. Logo parece, que a única satisfação é abandonar tal estágio e encarar o emprego dessa carga.
Atrás ficaram outros tantos de tantas turmas que compartilharam das mesmas experiências desse mundo acadêmico e "criativo"; por que não. Das primeiras turmas, pro presente, muitos correram para a linha de chegada, alguns, entretanto terão nesse tempo olhado pros gramados da Unesp de Presidente Prudente esperando de que em algum canto prospere algo além da titulação, o encontro com o mundo criativo e de realizações pessoais.
Quem sabe daqui a algumas décadas esses jovens retornem de outras estadias e viagens, e olhem os espaços do campus para ver que ali as frustrações e os sonhos que ficaram impregnados na lembrança puderam construir para outros tantos um mundo possível, sem pretensões revolucionárias, mas apenas na vontade de que as coisas pudessem ser melhores, pra quem quer que seja. Assembléias, semanas de curso, intervalos, caminhos e percursos entre arvores, com o sol de rachar. Tudo isso ao passar fica e se transforma em cada um de nós, e nessa contenda, talvez esteja o ponto de fuga para um curso de arquitetura, além da acepção de dicionário ou das revistas especializadas, de qualquer FAU da vida, somos agora o que somos, com CA, sem RU, com coordenação ou descoordenados em nós mesmos, parabéns e nada mais!
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